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Em artigo intitulado “Falsos amores, falsas acusações”, publicado no dia 18 de julho do ano passado, diz assim o advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho, que conseguiu para seu cliente André de Camargo Aranha a absolvição no caso Mariana Ferrer:

“Fui apresentar um pedido de reconsideração para um desembargador que negara uma liminar para suspender um mandado de prisão em face de uma acusação por estupro. Após falar sobre o processo, fiz um desabafo, motivado por estar diante de um magistrado piedoso, humano e preocupadíssimo em fazer Justiça:”.

“Desembargador, esse caso mexeu muito comigo. Desculpe a audácia, mas confesso que a cada dia vejo mais banalizada a análise de provas em torno de relatos envolvendo crimes sexuais. Já acompanhei episódios onde era desfiado um rosário de falsas imputações, motivadas pelos mais espúrios e torpes interesses. Dias atrás, Excelência, estive com a família do acusado e pude ver o sofrimento no semblante de seu pai, um homem honrado, e testemunhar o tormento espiritual que abatia a alma e o coração contrito e humilhado da sua bondosa mãe”.

“O magistrado respondeu: ‘Doutor, o senhor não pode absorver tanto os problemas alheios, faça sua parte e basta’. ‘Para mim, não’, rebati, ‘o dia em que eu deixar de comungar com o réu a eucaristia da dor, nesse dia estarei acabado, não serei mais advogado. Terá chegado a hora de parar. A injustiça me maltrata, me perturba, me tira o sono'”.

“Hoje, como de costume, acordei por volta das 3 da manhã. Ao levantar, rezei e fui estudar o caso objeto da minha conversa com o desembargador, cujo julgamento se avizinha”.

“Não pude deixar de refletir sobre as falsas acusações patrocinadas por moças oportunistas que procuram fama, dinheiro ou às vezes as duas coisas”.

“Incrível como tenho sido procurado para atender rapazes ricos que se casam ou se amontoam com moças simples que de repente, à sorrelfa, comparecem diante de um delegado para registrar uma ocorrência, logrando êxito mais adiante em obter uma liminar para afastar o companheiro da casa onde residiam e que, aliás, já pertencia ao cônjuge varão muito antes do relacionamento”.

E por aí vai…

Durante uma audiência do caso Mariana Ferrer, quando Mariana caiu no choro, Gastão Filho disse à jovem: “não adianta vir com esse teu choro dissimulado, falso e essa lábia de crocodilo”, e “isso é o seu ganha pão, né, Mariana? É o seu ganha pão a desgraça dos outros?”.

O artigo completo por ser lido aqui.

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