‘Até que ponto os sete mortos já não estavam com saúde complicada?’, desdenha Bolsonaro

‘Até que ponto os sete mortos já não estavam com saúde complicada?’, desdenha Bolsonaro

Sem freio, disse assim o presidente da República, Jair Bolsonaro, no fim da “live” desta quinta, mexendo nervosamente na máscara cirúrgica que usava e juntinho, sem distanciamento social, da intérprete de libras:

“Tivemos a sétima morte aqui no Brasil. A gente lamenta. A partir de amanhã eu quero falar com o Ministério da Saúde para que todos os óbitos sejam disponibilizados. O nome a gente preserva ali… Mas entra ali a idade da pessoa, se sofria de algum problema, e obviamente, em sendo infectado, né, até que ponto o vírus influenciou nesse óbito ou se a pessoa já estava em situação bastante complicada, pela idade avançada e também por problemas de saúde. Obrigado, pessoal. Amanhã às 22:30h, SBT, Ratinho”.

Antes, na “live”, Bolsonaro deu um informe pretensamente irônico sobre como estavam se sentindo os infectados Sergio Segóvia, presidente da Apex: “Nada, nada. Tudo normal”; Bento Albuquerque, ministro das Minas e Energia: “apenas vontade de trabalhar”; e Augusto Heleno, ministro do GSI: “Nada. Acabou de fazer 50 minutos de bicicleta”.

“Em algumas pessoas mais idosas que têm problemas – emendou Bolsonaro -, a infecção torna-se grave, e em alguns poucos casos leva a óbito”.

https://www.youtube.com/watch?v=a-mLlfIrT2s

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