Alô jornalistas do Roda Viva com Moro, alguém ceda o lugar a Glenn Greenwald

Alô jornalistas do Roda Viva com Moro, alguém ceda o lugar a Glenn Greenwald
Foto: Roberto Parizotti.

Sei que o que este Come Ananás vai sugerir é de um idealismo que deixaria Marx apoplético, mas uma ideia é uma ideia e o que significava originalmente o verbo grego idein senão “ver com os próprios olhos”?

Seria lindo ver um dos quatro jornalistas convidados pela TV Cultura para entrevistar Sergio Moro no Roda Viva, na próxima segunda, seria lindo e histórico ver um deles, batendo-se inclusive contra a casa em que trabalham, postando no próximos dias algum tweet dizendo algo como “eu cedo meu lugar na roda a Glenn Greenwald”, e deixando assim em apuros a TV Cultura, Leão Serva e Vera Magalhães.

Isso porque, ora, por favor, Glenn e o Intercept, logo quem de jeito nenhum poderia faltar, por motivos óbvios, foram escancaradamente vetados no Roda Viva com Sergio Moro, o que deveria ser suficiente para nenhum outro jornalista de verdade topar participar.

O que não inclui, por motivos óbvios também, o quinto elemento da bancada convidada, Felipe Moura Brasil, “diretor de jornalismo” da Jovem Pan News.

Alguma chance?

Alô, Alan Gripp, diretor de redação jornal O Globo; cara Andreza Matais, diretora da sucursal de Brasília do Estadão; salve, Leandro Cólon, diretor da sucursal de Brasília do jornal Folha de São Paulo; olha aí, Malu Gaspar, repórter da revista Piauí.

Alan, Andreza, Leandro, Malu: a dignidade e a coragem têm quatro chances de dar as caras, linda e historicamente, nesse episódio de veto ou autocensura.

Ou será que não têm nenhuma?

  1. Quem deve teme. Moro está se borrando de medo das provas que Glen e The Intercept Brazil ainda tem contra o próprio e sua corja de golpistas. COVARDE, BANDIDO, SUJO…ECT.

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