O dicionário Houaiss dá conta de que o vocábulo “energúmeno” significava originalmente, do grego, “possuído pelo demônio”, “possesso”. Hoje, a acepção é mais de “indivíduo desprezível, que não merece confiança; boçal, ignorante”.

De modo que o energúmeno, na manhã desta segunda-feira, 16, chamou o educador Paulo Freire de Bolsonaro, maior ofensa possível. A claque que diariamente se posta na frente do Palácio do Planalto, confusa, por via das dúvidas aplaudiu.

De uma maneira ou de outra, a TV Escola acabou.


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