A dupla Jair e “Abraão” – que é como Bolsonaro costuma se referir a Abraham Weintraub, seu ministro da Idiotização – vem agora com mais essa: os concursos públicos brasileiros, segundo eles, têm aprovado pessoas com viés de esquerda.

Com a palavra, Sergio Moro, Marcelo Bretas, Deltan Dallagnol e toda a task force da Lava Jato em Curitiba, a turma do MP do Rio, que é a favor da censura, mente em entrevista coletiva e especula sobre o “grau de importância” dos direitos humanos.

Toda essa esquerdalha que está aí, só para início de conversa, dizendo sobre a concursocracia que substituiu a Democracia no Brasil, a quem no limite o “Abraão” e o “Seu Jair” devem os cargos que ora ocupam.

Só para início de conversa mesmo, porque tem também, por exemplo, o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O Bope, tropa de elite de servidores públicos concursados dedicada a, basicamente, “passar” o público.

Algum professor de cursinho preparatório para os concursos de Soldado e Oficial da PMERJ já deve ter dito à alunada mais afoita: “pessoal, primeiro #FocaNoResumo; depois, faca na caveira”.

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