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Wisconsin, Michigan, Pensilvânia e Geórgia. Caso Joe Biden vença em dois desses quatro estados, e confirme Arizona e Nevada, Donald Trump será derrotado na eleição presidencial, que é o que importa, por mais que a esta altura tenha quem dê de ombros para toda esta tensão porque considera que mais quatro anos de Trump ou novo governo do Partido Democrata é “seis por meia dúzia”.

Neste momento, 10h00 de quarta-feira, 4, Joe Biden está à frente no Wisconsin por apertadíssima margem.

Na Geórgia, Trump está 100 mil votos à frente, mas ainda falta muito o que apurar dos votos de terça e dos votos antecipados da região de Atlanta, esmagadoramente democrata. Em vários condados dessa região a apuração ainda está na casa dos 80% e neles Biden vai massacrando com entre 60% e 80% dos votos.

Em Michigan, a diferença entre Trump e Biden é neste momento de menos de 40 mil votos. No importante condado de Wayne County, na região de Detroit, por exemplo, Biden lidera com 67% (mais de 400 mil votos contra menos de 200 mil de Trump) e a apuração ainda não passou dos 70%.

Na Pensilvânia, Trump lidera por 600 mil votos, mas a apuração ainda está em 75% e estão em jogo cerca de um milhão e meio de votos a serem apurados, grande parte deles antecipados -que tendem a ser majoritariamente para Biden – e da Filadélfia. Na eleição de 2016, por mais que Trump tenha vencido na Pensilvânia, Hillary Clinton esmagou-o na Filadélfia com 584,025 votos contra 108,748.

Não é a toa que Trump quer parar a contagem dos votos.

Saiba que ainda estão rolando os dados.

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