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Diego Armando Maradona faz 60 anos nesta sexta-feira, 30 de outubro.

Desde que deixou o miserável bairro bonaerense de Villa Fiorito para se tornar “el diez”, são décadas e mais décadas de um estrelato durante o qual Maradona foi capaz de tudo um pouco e – como se sabe, às vezes muito – , mas incapaz de ignorar as injustiças históricas que infelicitam a sua América Latina.

É que, como disse Maradona em um discurso do ano 2000 em La Bombonera e virou refrão do hino da Igreja Maradoniana, “Yo me equivoqué y pagué, pero la pelota no se mancha”.

Viu, Pelé?

Hoje, grassa o “futebol moderno” e no “futebol moderno” não grassa exatamente o jogador consciente de que, como dizia Nelson Rodrigues, no futebol o pior cego é aquele que só vê a bola.

Quem, hoje, no “futebol moderno”, seria capaz de dizer sobre o futebol algo tão carregado de sensibilidade, memória e significado quanto “ganarle a River es como que tu mamá te venga a despertar a la mañana con un beso”?

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