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O jornal britânico The Guardian mostra nesta quarta-feira, 14, que nos EUA está em formação uma espécie de “frente ampla” reunindo milícias armadas de supremacistas brancos, movimentos antivacinais e toda sorte de mamadeiradepiróticos, que estão se reunindo, movimentando-se e se organizando para interferir na eleição presidencial do início de novembro.

Todas essas vertentes da grande marcha para trás em que este mundo se meteu, ou foi metido, convergiram em um evento que a mídia brasileira classificaria como “conservador” realizado no último fim de semana no estado da Geórgia – nome da filha recém-nascida de Eduardo Bolsonaro.

Foi a “Red Pill Expo”, assim, com nome e cor daquela pílula que o cara que a engole entra no país das maravilhas e descobre até onde vai a toca do coelho.

Exemplo: o Black Live Matters é uma conspiração comunista.

Os participantes se intitulam “Red Pillers”, algo como “tomadores da pílula vermelha”…

A reportagem do Guardian é impressionante, e pode ser lida aqui, em inglês.

O mais impressionante é que o líder de uma milícia de milhares de ex-militares e ex-policiais tenha dito, abertamente, na “Red Pill Expo”, que seu pessoal irá “vigiar” locais de votação principalmente em “estados indecisos”.

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