Empreendedorismo: a força do engodo e a força do querer

Foram encerradas no último 28 de abril as inscrições para o programa Empreenda Santander, do banco espanhol que hoje dá nome à Copa… Libertadores da América. O programa do Santander tem três categorias.
Na toada do governo Bolsonaro, que deprecia universidades e perfuma o empreendedorismo, duas delas são: “Universidade e microempreendedor” e “Universitário empreendedor”.

Leia mais “Empreendedorismo: a força do engodo e a força do querer”

Trump já disse: EUA falam pelo Brasil quando assunto é Venezuela

Foram cinco perguntas para Donald Trump e nenhuma para Jair Bolsonaro. Esse foi o placar da entrevista coletiva “conjunta” de Trump e Bolsonaro, dada (na prática, só por Trump) no dia 19 de março no Salão Oval da Casa Branca, durante a visita oficial de Bolsonaro, presidente do Brasil, aos EUA.

Leia mais “Trump já disse: EUA falam pelo Brasil quando assunto é Venezuela”

Livraria Cultura sobre denúncias: ‘somos lindos, maravilhosos e incríveis’

O prêmio Nobel de Literatura de 1999 foi para o alemão Günter Grass. Em 2002, saiu no Brasil o primeiro romance de Günter Grass depois do Nobel: “Passo de caranguejo”. No ano seguinte, na 11ª Bienal do Livro do Rio, quem perguntasse a um vendedor do estande da Saraiva por “Passo de caranguejo” recebia outra pergunta como resposta: “É autoajuda?”. A Saraiva está hoje em recuperação judicial, assim como a Livraria Cultura, onde na época do lançamento de “Passo de caranguejo” no Brasil dificilmente um vendedor da rede confundiria literatura com literatice.

Leia mais “Livraria Cultura sobre denúncias: ‘somos lindos, maravilhosos e incríveis’”

É o Barba, não é o Lula, é guru eleitoral da direita na América Latina

É o Barba, mas não é o Lula. Imberbe de carteirinha, o equatoriano Jaime Durán Barba, escolado em Harvard, está para a “nova direita” latinoamericana como Steve Bannon está para Donald Trump. Após ser apontado como o “criador” de Mauricio Macri, virou o fodástico das galáxias, ou pelo menos da América Latina, em matéria de “consultoria política”.

Leia mais “É o Barba, não é o Lula, é guru eleitoral da direita na América Latina”

Cravos, 45 anos: ‘manda urgentemente algum cheirinho de alecrim’

“Tu vieste em flor, eu te desfolhei. Tu te deste em amor, eu nada te dei. Em teu corpo, amor, eu adormeci. Morri nele. E ao morrer, renasci.”

Assim diz a canção “E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho. A música ressoou por toda a Lisboa precisamente às 22h45 do dia 24 de abril de 1974, transmitida pelos Emissores Associados da capital lusitana. Era o primeiro chamado para a revolução, como havia sido previamente combinado por oficiais da hierarquia intermediária do exército português.

Leia mais “Cravos, 45 anos: ‘manda urgentemente algum cheirinho de alecrim’”