“Os policiais não estão afastados, estão preservados. Temos que concluir o inquérito. Não haverá como condená-los antes do devido processo legal. Seguirão em serviços administrativos, no horário deles, fazendo outras coisas. É uma área complexa de trabalhar e, havendo outro evento parecido, eles poderão ser prejudicados”.

Foi o que disse nesta segunda-feira, 2, o comandante da PM de São Paulo, coronel Marcelo Vieira Salles, sobre os seis homens do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM) envolvidos na operação “Pancadão” em Paraisópolis que resultou na morte de nove jovens.

Os atestados de óbito dizem que os nove jovens morreram por asfixia e trauma na coluna. “Saturando mesmo”, foi o que disse há um mês o próprio Salles sobre as operações policiais em Paraisópolis para reprimir bailes funks na favela.

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