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No cinema, o ator Zachary Quinto viveu Glenn Greenwald no filme “Snowden”, de Oliver Stone. Quem já viu?

E quem já viu também aquele filme em que Greenwald, às vésperas da eleição para a Casa Branca, surge implacável contra o adversário de Donald Trump?

Quem já viu esse filme?

Sim, porque este de 2020 – “Glenn Greenwald deixa o Intercept e alega censura em artigo sobre Biden” – é sequência de “Por que Glenn Greenwald ataca implacavelmente Hillary Clinton, mesmo que isso ajude Donald Trump?”, de 2016.

Esse foi o título de uma entrevista com Greenwald publicada no dia 15 de setembro daquele ano no site jornalístico estadunidense Vox. Integra aqui, em inglês.

Na entrevista, quando perguntado se jornalistas devem avaliar as consequências no mundo real daquilo que publicam, o fundador do The Intercept Brasil diz que:

“Não me sinto confortável em atribuir essa decisão aos jornalistas, assim como não me sentiria confortável com médicos tomando decisões semelhantes. Digamos, se Donald Trump tiver um ataque cardíaco e ele estiver liderando as pesquisas, rumo à vitória, então o médico poderia dizer: ‘eu poderia fazer todo o possível para salvar a vida dele, ou posso apenas fazer um pouco menos e talvez ele morra e não será presidente'”.

“Eu não gostaria que médicos tomassem esse tipo de decisão, e também não quero jornalistas que tomem esse tipo de decisão”.

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