Regina Duarte já havia sido convidada para chefiar a Secretaria de Cultura do governo Bolsonaro. Ela recusou, e veio o Goebbels do Planalto Central.

Agora, com o cargo vago outra vez, a coluna de Monica Bergamo diz que “o assédio a ela aumentou”; que Regina “vem sendo cortejada por membros do entorno de Bolsonaro desde o anúncio da saída de Roberto Alvim”.

Como qualificação última para integrar o governo Bolsonaro, Regina Duarte, reaça de carteirinha, tem a declaração que deu após a indicação de “Democracia em Vertigem” para o Oscar: “Oscar nenhum vai reescrever nossa história”.

Se aceitar o cargo, será por amor – pelo velho amor que nutre pelas piores ideias e figuras para o Brasil.

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