O ‘aumento’ do mínimo e a escandalosa Coca-Cola de R$ 6,00 de Dilma Rousseff

O ‘aumento’ do mínimo e a escandalosa Coca-Cola de R$ 6,00 de Dilma Rousseff

O Marcelo Cosme, no início da noite desta terça-feira, 14, na Globo News, disse assim sobre o “aumento” adicional de R$ 6,00 do salário mínimo – um dígito que “recompõe a inflação integralmente” – anunciado por Jair Bolsonaro: “para garantir o poder de compra do trabalhador”.

O Marcelo Cosme, para quem não se lembra dele, é aquele que foi o primeiro a ler na TV a transcrição do diálogo telefônico entre Lula e Dilma, o do “Bessias”, vazado por Sergio Moro para a Rede Globo.

Refrescada a memória, voltemos ao número do dia: R$ 6,00.

Em 2015, lá pelas tantas, certa imprensa achou um escândalo o Palácio do Planalto ocupado por Dilma Rousseff pagar R$ 6,10 por garrafa de dois litros de Coca-Cola, porque, “em um supermercado comum, é capaz de encontrá-la por menos do que R$ 5,00”, conforme publicou no dia, ora, 1º de abril de 2015 o site InfoMoney.

“Sobrepreço” foi a palavra utilizada.

Em tempo: no Mercado Livre, sai precisamente a R$ 6,00 – um dígito que “recompõe a inflação integralmente” – a unidade do adesivo “Fora Dilma”.

Esses adesivos costumam ter, segundo seus vendedores, “durabilidade acima de cinco anos”.

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