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O pequenino condado de Armstrong, que fica na região metropolitana de Pittsburg, na Pensilvânia, ainda não concluiu (até agora, manhã de sábado) a parte que lhe cabe da contagem dos votos da eleição nos EUA, ainda que sejam pouco mais de 30 mil os votos para contar.

Armstrong, tem, portanto, neste momento, mais chance de aparecer com algum destaque no noticiário brasileiro do que o Amapá, por mais que o Amapá, chique, também esteja no Hemisfério Norte.

É uma calamidade adicional que um estado da federação (brasileira) fique dias a fio, apagado, sem luz, durante um pico de contaminação da covid-19. Que a imprensa mantenha o Amapá um tanto apagado no noticiário também, é uma loucura, por mais que o resultado da eleição nos EUA seja mais que nunca de interesse para o Brasil.

A capa do Estadão deste sábado, por exemplo, dá amplo destaque no alto da página para a “cozinha dos novos tempos”, enquanto o caos no Amapá é uma chamadinha de rodapé.

Aliás, leva o título ‘‘It’s Just Crazy’ in Pennsylvania: Mail Voting and the Anxiety That Followed'”, uma ótima reportagem do New York Times que foca no caso particular dele, o pequenino condado de Armstrong, para informar sobre o insano sistema eleitoral dos Estados Unidos da América.

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