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Quando a Folha de S.Paulo ligar os pontinhos, será o fim da esquerda nacional.

Cinco anos antes de a Folha noticiar que Guilherme Boulos ocultava patrimônio de… R$ 579,53 – não esqueça os centavos – a revista Veja publicou, em 2015 e em primeiríssima mão, que o governo Dilma Rousseff, “em tempos de ajuste fiscal”, abrira licitação para compra de 600 garrafas de Coca-Cola dois litros com preço unitário inflado em… R$ 0,76.

Setenta e seis centavos.

A conclusão de que a Cola-Cola do Palácio do Planalto era “mais cara”, R$ 6,21, foi fruto de um minucioso trabalho de investigação levado a cabo pelo jornalista Robson Bonin, que visitou um supermercado da rede Big Box, em Brasília, e descobriu que a Coca de dois litros e meio, “portanto com mais refrigerante do que a garrafa que será comprada pelo Planalto”, estava sendo vendida em um tal dia a R$ 5,45…

No total, portanto, com base nesta ampla pesquisa de preços que embasou o artigo da Veja, o governo Dilma teria desperdiçado do erário vultosos R$ 456,00 (R$ 0,76 multiplicados por 600 unidades) para “abastecer” (repare no verbo que não deixa dúvida sobre o ilícito) os palácios do Planalto e da Alvorada, a Granja do Torto e a Vice-Presidência.

Um escandaloso superfaturamento de R$ 456,00, quase um “patrimônio de Boulos”, este montante de 579,53 que terá sido equiparado naquela licitação pela compra, além das Cocas, de 30 pacotes de batata palha, cujo preço a Veja, na época, não mencionou, por mais que tenha visto escândalo no fato de as batatinhas serem livres de gordura trans.

Foda, torrar o equivalente ao patrimônio de uma pessoa em Coca-Cola “mais cara” e batatinha sem gordura trans.

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